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terça-feira, 31 de julho de 2012

Que influência Jesus Cristo tem sobre você?


A influência de Jesus
presente no mundo todo



Os ensinos de Jesus abrangeram uma variedade muito grande de assuntos. Suas lições valiosas podem afetar cada aspecto de sua vida. Vamos nos concentrar no que Jesus ensinou sobre: estabelecer prioridades, amizade com Deus, bom relacionamento com outros, resolver problemas e não agir com violência.

Estabeleça prioridades na vida

Hoje em dia, o mundo agitado em que vivemos exige tanto de nosso tempo e de nossas energias que os assuntos espirituais com freqüência acabam ficando de lado. Considere o caso de um homem de uns 20 anos, a quem chamaremos de Jerry. Embora goste de conversar sobre assuntos espirituais e dê valor ao que aprende deles, Jerry lamenta: “Simplesmente não tenho tempo para me empenhar neles de maneira constante. Trabalho seis dias por semana. O domingo é meu único dia de folga, e depois de cuidar das minhas coisas, fico cansado demais.” Se também estiver nessa situação desagradável, poderá tirar proveito do que Jesus ensinou no Sermão do Monte.
Jesus disse à multidão reunida para ouvi-lo: “Parai de estar ansiosos pelas vossas almas, quanto a que haveis de comer ou quanto a que haveis de beber, ou pelos vossos corpos, quanto a que haveis de vestir. Não significa a alma mais do que o alimento e o corpo mais do que o vestuário? Observai atentamente as aves do céu, porque elas não semeiam nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós mais do que elas? . . . Portanto, nunca estejais ansiosos, dizendo: ‘Que havemos de comer?’ ou: ‘Que havemos de beber?’ ou: ‘Que havemos de vestir?’ Porque todas estas são as coisas pelas quais se empenham avidamente as nações. Pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:25-33) O que aprendemos disso?
Jesus não estava dando a entender que devemos negligenciar nossas necessidades físicas e as da família. “Se alguém não fizer provisões para os seus próprios, e especialmente para os membros de sua família”, diz a Bíblia, “tem repudiado a fé e é pior do que alguém sem fé”. (1 Timóteo 5:8) No entanto, Jesus prometeu que, se colocarmos as coisas mais importantes em primeiro lugar e dermos prioridade a assuntos espirituais, Deus vai cuidar de que as outras necessidades sejam supridas. Essa lição é sobre estabelecer prioridades. Acatar esse conselho traz felicidade, porque são “felizes os cônscios de sua necessidade espiritual”. — Mateus 5:3.

Cultive amizade com Deus

Os que estão cônscios de sua necessidade espiritual reconhecem que precisam ter uma boa relação com Deus. Como estabelecemos uma boa relação com alguém? Não procuramos conhecer essa pessoa melhor? Temos de tomar tempo para conhecê-la — suas opiniões, atitudes, realizações, o que ela gosta e não gosta. O mesmo se dá com a amizade com Deus. Requer um conhecimento exato sobre ele. Quando Jesus orou a Deus sobre seus discípulos, ele disse: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) De fato, cultivar intimidade com Deus requer que cheguemos a conhecê-lo. A única fonte de tal conhecimento é a Palavra inspirada de Deus, a Bíblia. (2 Timóteo 3:16) Assim, temos de reservar tempo para estudar as Escrituras.
No entanto, não basta apenas assimilar conhecimento. Jesus disse na mesma oração: “Eles [seus discípulos] têm observado a tua palavra.” (João 17:6) Não devemos apenas obter conhecimento de Deus, mas também temos de agir em harmonia com esse conhecimento. De que outro modo poderíamos tornar-nos amigos de Deus? Será que podemos esperar tornar-nos mais amigos de alguém se agirmos dum modo contrário às suas idéias e princípios? Portanto, os conceitos e os princípios de Deus devem orientar todos os nossos passos na vida. Considere como dois de seus princípios se aplicam às nossas relações com outros.

Tenha boas relações com outros

Numa ocasião, Jesus contou uma breve história para ensinar uma valiosa lição referente às relações humanas. Falou de um rei que queria ajustar contas com seus servos. Um deles, porém, tinha uma enorme dívida e não tinha como pagá-la. O rei mandou que o homem, a esposa e os filhos fossem vendidos e o pagamento fosse feito. O devedor ajoelhou-se e rogou: “Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo.” Penalizado, o amo cancelou a dívida. Mas aquele escravo saiu, achou um co-escravo que lhe devia uma quantia modesta e exigiu o pagamento. Embora esse co-escravo pedisse misericórdia, o primeiro escravo mandou que ele fosse lançado na prisão até que pagasse o que devia. Quando o rei soube disso, ficou furioso e exigiu: “Não devias tu, por tua vez, ter tido misericórdia do teu co-escravo, assim como eu também tive misericórdia de ti?” Ele mandou o escravo impenitente ser encarcerado até que pagasse o que devia. Ensinando uma lição com a história, Jesus disse: “Do mesmo modo lidará também convosco o meu Pai celestial, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão.” — Mateus 18:23-35.
Por sermos humanos imperfeitos, temos muitas falhas. Nunca podemos pagar a Deus a enorme dívida que acumulamos por transgressões contra ele. Tudo o que podemos fazer é procurar obter o seu perdão. E Jeová Deus está pronto para nos perdoar todas as nossas falhas, desde que perdoemos aos nossos irmãos os pecados que cometem contra nós. Que lição poderosa! Jesus ensinou seus seguidores a orar: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores.” — Mateus 6:12.

Resolva os problemas pela raiz

Jesus era especialista em entender a natureza humana. Seus conselhos para resolver problemas chegavam ao âmago da questão. Considere os seguintes dois exemplos.
“Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de prestar contas ao tribunal de justiça’”, disse Jesus. “No entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça.” (Mateus 5:21, 22) Jesus mostrou assim que a raiz do problema do assassinato é mais profunda do que o próprio ato violento; é a atitude que se desenvolve no coração do assassino. Se as pessoas não permitissem que o ressentimento ou a ira se desenvolvessem, não haveria violência premeditada. Quanto derramamento de sangue seria evitado se as pessoas aplicassem esse ensino!
Note como Jesus tocou na raiz de outro problema que causa muito sofrimento. Ele disse à multidão: “Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’ Mas eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela. Se, pois, aquele olho direito teu te faz tropeçar, arranca-o e lança-o para longe de ti.” (Mateus 5:27-29) Jesus ensinou que o problema é mais profundo do que o próprio comportamento imoral. Está no que o precede: desejos imorais. Se a pessoa se recusa a alimentar desejos impróprios e ‘os arranca’ da mente, então consegue superar o sério problema da imoralidade.

“Devolve a espada ao seu lugar”

Na noite em que Jesus foi traído e preso, um de seus discípulos o defendeu usando uma espada. Jesus ordenou-lhe: “Devolve a espada ao seu lugar, pois todos os que tomarem a espada perecerão pela espada.” (Mateus 26:52) Na manhã seguinte, Jesus disse a Pôncio Pilatos: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.” (João 18:36) Alguém diria que esse ensino não é prático?
Qual era a atitude dos primeiros cristãos em relação ao ensino de Jesus de não recorrer à violência? O livro The Early Christian Attitude to War (A Atitude dos Primeiros Cristãos para com a Guerra) diz: “Visto que eles [os ensinos de Jesus] proibiam usar de violência e causar dano a outros, fica evidente a ilegitimidade da participação na guerra . . . Os primeiros cristãos cumpriram ao pé da letra o que Jesus disse e entenderam os ensinos de ternura e não-resistência no sentido literal. Relacionavam sua religião com a paz; condenavam a guerra devido ao derramamento de sangue característico.” Como a História teria sido diferente se todos os que afirmavam ser cristãos tivessem realmente seguido esse ensino!

Você pode se beneficiar de todos os ensinos de Jesus

Os ensinos de Jesus que analisamos são belos, simples e poderosos. A humanidade pode beneficiar-se por conhecer seus ensinos e colocá-los em prática.*
As Testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a entender como poderá beneficiar-se das lições mais sábias já ensinadas por um homem. Convidamo-lo cordialmente a entrar em contato com as Testemunhas.

*  Para uma análise minuciosa de todos os ensinos de Jesus, consulte o livro O Maior Homem Que Já Viveu, publicado pelas Testemunhas de Jeová.

Publicado em A Sentinela  de 15 de março de 2005





ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

domingo, 29 de julho de 2012

Congresso de Distrito Proteja Seu Coração-2012










"É da abundância do coração que a boca fala." -Mat. 12:34

Proteja seu coração contra as obras da carne -Gál. 5:19-21; 1 João 5:21; Salmo 141:3; 2 Pedro 2:2.

FAÇA CONFORME RESOLVEU NO SEU CORAÇÃO:
-Mostre generosidade 2 Cor. 9:7;
-Alargue-se em amor Romanos 15:7;
-Perdoem uns aos outros Efésios 4:32;
-Permaneça fiel ao cônjuge Malaquias 2:13,14;
-Esforce-se para assumir responsabilidades na congregação 1 Tim. 3:1;
- Viva à altura de sua dedicação Daniel 1:8.

Escute quem o ama de coração (Provérbios 17:17)
Alegre-se em sua juventude (Eclesiastes 11:9-12:1)
Inculque a Palavra de Deus no coração dos pequeninos (Deut. 6:4-7; 31:12)

Nunca deixe seu coração ficar aterrorizado (2 Crônicas 20:15,17; 1 Pedro 5:8,9) 

ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

sábado, 28 de julho de 2012

Como resistir à tentação



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS



Você pode aprender a controlar desejos errados e a resistir à tentação. Como? É de ajuda reconhecer o que está por trás da tentação. Considere três fatores.
1. Imperfeição. A tendência de fazer o que é errado é comum a todos os humanos imperfeitos. Até mesmo o apóstolo Paulo, um cristão maduro, admitiu honestamente: “Quando quero fazer o que é direito, está presente em mim aquilo que é mau.” (Romanos 7:21) Fica claro que, vez por outra, até a pessoa mais justa sente a influência do ‘desejo da carne e do desejo dos olhos’. (1 João 2:16) Mas ficar pensando demais nas tentações para fazer o que é errado só vai piorar as coisas, pois a Bíblia diz: “O desejo, tendo-se tornado fértil, dá à luz o pecado.” — Tiago 1:15.
2. Influências externas. As tentações estão em toda parte. “Na escola e no trabalho, as pessoas falam sobre sexo o tempo todo”, diz Trudy. “A televisão e os filmes sempre retratam o sexo como algo atraente e muito empolgante. Raramente mostram as conseqüências negativas!” Trudy sabe por experiência própria como essas influências podem ser poderosas. “Aos 16 anos, eu achava que estava apaixonada”, lembra-se ela. “Minha mãe se sentou comigo e me disse que se as coisas continuassem daquele jeito, eu acabaria ficando grávida. Fiquei chocada por minha mãe pensar daquele jeito! Dois meses depois, eu estava grávida.”
3. “Desejos pertinentes à mocidade.” (2 Timóteo 2:22) Essa expressão pode incluir qualquer desejo típico da juventude, como o anseio de ser aceito ou de criar uma identidade própria. Esses desejos não são errados em si, mas, se não forem controlados, poderão fazer com que seja mais difícil resistir à tentação. Por exemplo, a forte vontade de ter uma identidade própria pode levá-lo a rejeitar os bons valores que aprendeu em casa. Foi isso o que aconteceu com Steve quando tinha 17 anos. Ele diz: “Eu me rebelei contra meus pais e fiz todas as coisas que eles haviam me ensinado a não fazer — tudo isso pouco depois do meu batismo.”
Deve-se admitir que essas influências são poderosas. Mas você pode resistir à tentação. Como?
Identificar quando uma tentação costuma ocorrer pode até mesmo ajudar você a evitá-la por completo. Como exemplo, considere a situação fictícia descrita no início do artigo. Que indícios Karen teve de que haveria problemas naquela festa? Como ela poderia ter evitado a tentação logo de início?
Agora que você (1) identificou a tentação e (2) determinou quando é mais provável que ela ocorra, você está pronto para agir. Sua prioridade é descobrir como diminuir ou eliminar o contato com a tentação. Escreva o que você pode fazer.

(Exemplos: se depois das aulas você geralmente passa por colegas de escola que o pressionam a fumar com eles, talvez possa mudar seu trajeto para evitar encontrá-los. Se com freqüência você recebe material pornográfico pela internet sem solicitá-lo, talvez possa instalar programas para bloquear todas as mensagens enviadas por essa fonte e todos os “sites” de conteúdo similar. Além disso, você pode ser mais específico nas palavras que digita em “sites” de busca.)
É claro que não é possível evitar todas as tentações. Mais cedo ou mais tarde, você provavelmente se confrontará com uma tentação muito forte — talvez quando menos esperar. O que fazer?
Esteja preparado. Quando Jesus estava “sendo tentado por Satanás”, sua recusa foi imediata. (Marcos 1:13) Por quê? Porque ele já sabia qual era sua posição quanto aos assuntos levantados ali. Pense no seguinte. Jesus não era um robô. Ele podia ter cedido à tentação, mas já havia decidido obedecer a seu Pai em todas as ocasiões. (João 8:28, 29) Jesus realmente falou sério quando disse: “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” — João 6:38.
Lembre-se de que, ao ceder a uma tentação, você se torna escravo dos seus próprios desejos. (Tito 3:3) Por que permitir que eles o controlem? Seja maduro para controlar seus desejos em vez de permitir que eles controlem você. — Colossenses 3:5.

Publicado em Despertai!  de agosto de 2008

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O que faz um casamento durar?


“Vieram ter com [Jesus] fariseus, decididos a tentá-lo, e disseram: ‘É lícito que um homem se divorcie de sua esposa por qualquer motivo?’” — Mateus 19:3.
NOS dias de Jesus alguns questionavam se os casamentos poderiam ou deveriam durar. Jesus disse-lhes: “Não lestes que aquele que os criou desde o princípio os fez macho e fêmea, e disse: ‘Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua esposa, e os dois serão uma só carne’? De modo que não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.”* (Mateus 19:4-6) Esse texto mostra claramente que Deus queria que os casamentos durassem.
Em muitos países hoje, uns 40% ou mais dos casais se separam e acabam se divorciando. Será que osconselhos da Bíblia sobre casamento simplesmente não funcionam mais? Será que os casamentos não dão certo porque o casamento como instituição é deficiente?
Pense nesta ilustração: Dois casais compram o mesmo modelo de carro. Um deles cuida bem do seu veículo e dirige com cuidado. O carro não quebra. O outro casal não gasta tempo nem se esforça para manter o veículo em boas condições, e dirige de forma imprudente. Esse carro acaba quebrando e o casal se desfaz dele. No segundo caso, de quem é a culpa: do carro ou dos proprietários? É claro que grande parte da culpa é dos proprietários.
De maneira similar, o fato de que muitos casamentos fracassam não significa que a instituição do casamento tenha algum defeito. Prova disso são os milhões de casamentos que dão certo. Esses casamentos contribuem para a felicidade e estabilidade de pessoas, famílias e comunidades. Mas assim como um carro, para que o casamento dure é preciso cuidar bem dele e fazer manutenção regular.
Não importa se você está casado há dias ou décadas, os conselhos da Bíblia sobre como manter e fortalecer o casamento realmente funcionam. 

Publicado em A Sentinela  de 1º de fevereiro de 2011




ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Quem pode te consolar?

Consolo para os aflitos


NOS momentos de aflição, homens e mulheres fiéis do passado oravam fervorosamente a Deus, pedindo orientação. No entanto, também tomavam medidas para aliviar sua angústia. Em alguns casos tiveram que ser engenhosos para fugir dos opressores. Por exemplo, a confiança em Jeová, combinada com esforço pessoal, deu a Davi condições de suportar a adversidade. O que dizer de nós hoje?
Quando algum problema o deixa aflito, você provavelmente toma a iniciativa para resolvê-lo. Por exemplo, se você perder o emprego, não se esforçará para encontrar outro adequado, a fim de sustentar a si mesmo e a sua família? (1 Timóteo 5:8) Ou se ficar doente, não procurará assistência médica de qualidade? É interessante que Jesus, que tinha o poder concedido por Deus para curar todo tipo de doença, reconheceu que ‘os enfermos precisam de médico’. (Mateus 9:12) Mesmo assim, talvez suas adversidades nem sempre terão fim e, nesses casos, você terá de continuar a suportá-las até certo ponto.
Que tal apresentar o assunto a Jeová em oração? Por exemplo, se estivermos procurando emprego, a confiança em Deus e a oração nos ajudarão a resistir a qualquer tentação de aceitar um trabalho que entre em conflito com princípios bíblicos. Também evitamos ser “desviados da fé” pela ganância ou pelo amor ao dinheiro. (1 Timóteo 6:10) Ao tomar decisões importantes em questões de emprego, de família ou de saúde, podemos realmente seguir a exortação de Davi: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” — Salmo 55:22.
As orações feitas de coração também nos ajudarão a encarar as coisas de modo equilibrado, e assim a aflição não nos vencerá. O apóstolo Paulo, exemplo de cristão genuíno, escreveu: “Em tudo, por oração e súplica, junto com agradecimento, fazei conhecer as vossas petições a Deus.” De que maneira as orações sinceras podem nos consolar? “A paz de Deus, que excede todo pensamento, guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus.” (Filipenses 4:6, 7) A paz de Deus “excede todo pensamento”. Portanto, é capaz de nos dar estabilidade quando estamos sobrecarregados de emoções aflitivas. Ela ‘guarda o nosso coração e as nossas faculdades mentais’, ajudando-nos a não reagir de modo precipitado e imprudente, o que poderia aumentar o sofrimento.
A oração também pode influir no rumo dos acontecimentos. Quando foi encarcerado em Roma, o apóstolo Paulo pediu humildemente aos companheiros cristãos que orassem por ele. Por quê? “Exorto-vos mais especificamente a que façais isso”, escreveu-lhes Paulo, “para que eu vos seja restituído tanto mais cedo”. (Hebreus 13:19) Em outras palavras, Paulo sabia que o fato de Jeová ouvir as orações persistentes de seus irmãos na fé poderia influir na questão de quando ele seria solto. —Filêmon 22.
Será que a oração mudará o desfecho de nossa situação aflitiva? É possível. Precisamos entender, porém, que Jeová talvez não responda às nossas orações como gostaríamos. Paulo orou várias vezes a respeito do seu “espinho na carne”, que talvez fosse um problema físico. Mas em vez de eliminar o problema, Deus disse a ele: “Basta-te a minha benignidade imerecida; pois o meu poder está sendo aperfeiçoado na fraqueza.” —2 Coríntios 12:7-9.
 
Mulher orando por ajuda
Do desespero ao alívio
Mulher orando por ajuda
Concluímos assim que a nossa aflição talvez não termine imediatamente. Entretanto, teremos a oportunidade de provar que confiamos no nosso Pai celestial. (Tiago 1:2-4) Tenha a certeza de que, mesmo que Jeová Deus não acabe com a situação aflitiva, ele é capaz de ‘prover a saída, a fim de que a possamos agüentar’. (1 Coríntios 10:13) Vale notar que Jeová é chamado de “Deus de todo o consolo, que nos consola em toda a nossa tribulação”. (2 Coríntios 1:3, 4) Ele pode nos dar o que precisamos para perseverar, e temos a esperança de vida eterna.
A Palavra de Deus, a Bíblia, promete que Jeová “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. (Revelação 21:3, 4) Será que um mundo sem sofrimento é bom demais para ser verdade? Talvez pense assim, se você já estiver acostumado a conviver com adversidades. Contudo, Deus prometeu que ficaremos livres do medo e da aflição, e o seu propósito se cumprirá com toda certeza. — Isaías 55:10, 11.
 
 
Publicado em A Sentinela  de 15 de fevereiro de 2004



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Desculpas. Por que?



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS


Por que devo pedir desculpas?


NO MÊS de julho do ano 2000, a Assembléia Legislativa Estadual da Califórnia, nos Estados Unidos, emitiu uma lei destinada a isentar pessoas de responsabilidade caso expressassem compaixão a alguém ferido num acidente em que elas mesmas estiveram envolvidas. Por que essa lei? Notou-se que, quando um acidente causa ferimentos ou danos, as pessoas muitas vezes hesitam em pedir desculpas por temerem que isso possa ser considerado no tribunal como admissão de culpa. Por outro lado, as que acham que deveriam receber logo um pedido de desculpas talvez fiquem aborrecidas, e um pequeno acidente pode transformar-se numa grande discussão.
Naturalmente, você não precisa pedir desculpas por um acidente de que não é culpado. E pode haver ocasiões em que é sábio ter cuidado com o que se diz. Um antigo provérbio diz: “Na abundância de palavras não falta transgressão, mas quem refreia seus lábios age com discrição.” (Provérbios 10:1927:12) Ainda assim, você pode ser cortês e prestimoso.
No entanto, não é verdade que muitos deixam de pedir desculpas mesmo quando o ocorrido não envolve uma ação judicial? Em casa, a esposa talvez lamente: ‘Meu marido nunca pede desculpas por nada.’ No trabalho, um encarregado talvez se queixe: ‘Meus funcionários não admitem seus erros, e dificilmente dizem que os lastimam.’ Na escola, um professor talvez diga: ‘As crianças não são ensinadas a pedir desculpas.’

Um motivo de alguém hesitar em pedir desculpas talvez seja que tema ser rejeitado. Por não querer ser desprezado, pode não dizer o que realmente sente. Ora, o ofendido talvez evite totalmente o ofensor, dificultando muito a reconciliação.
A falta de preocupação com os sentimentos dos outros pode ser mais um motivo de alguns hesitarem em pedir desculpas. Talvez pensem: ‘Pedir desculpas não vai consertar o erro que cometi.’ Ainda outros hesitam em expressar que lamentam o ocorrido por causa das possíveis conseqüências. Eles se perguntam: ‘Serei considerado responsável e terei de pagar uma indenização?’ Todavia, o maior obstáculo a se admitir um erro é o orgulho. Quem é orgulhoso demais para dizer “desculpe-me” talvez pense: ‘Não quero perder prestígio por admitir ter cometido um erro. Isto seria humilhante.’
Não importa por que motivo, muitos acham difícil pedir desculpas. Mas é realmente necessário pedir desculpas?Quais são os benefícios de se fazer isso?

“PEDIDOS de desculpas têm força. Resolvem conflitos sem violência, reparam separações entre povos, fazem governos reconhecer o sofrimento dos seus cidadãos e restabelecem o equilíbrio nos relacionamentos pessoais.” Assim escreveu Deborah Tannen, conhecida escritora e sociolingüista da Universidade de Georgetown em Washington, DC, EUA.
A Bíblia confirma que um sincero pedido de desculpas muitas vezes é um modo eficaz de se restabelecer um relacionamento abalado. Por exemplo, na parábola de Jesus a respeito do filho pródigo, quando este voltou para casa e de coração pediu desculpas, o pai estava mais do que disposto a recebê-lo de novo na família. (Lucas 15:17-24) Nunca se deve ser orgulhoso demais para pedir desculpas e buscar perdão. É claro que, para os sinceramente humildes, pedir desculpas não é difícil.

O poder dum pedido de desculpas

Abigail, uma mulher sábia no Israel antigo, deu um exemplo do poder dum pedido de desculpas, embora se desculpasse por um mal cometido pelo marido. Enquanto morava no ermo, Davi, que mais tarde se tornou rei de Israel, protegia junto com seus homens o rebanho pertencente ao marido de Abigail, Nabal. No entanto, quando os jovens de Davi pediram a Nabal pão e água, este os mandou embora com observações insultantes. Irritado, Davi levou cerca de 400 homens para lutarem contra Nabal e sua família. Ao saber da situação, Abigail foi ao encontro de Davi. Quando o viu, lançou-se com o rosto por terra diante dele. Então ela disse: “Recaia sobre mim mesma o erro, ó meu senhor; e, por favor, deixa a tua escrava falar aos teus ouvidos e escuta as palavras da tua escrava.” Abigail explicou então a situação e deu a Davi alimentos e bebidas como presente. Em vista do ocorrido, ele disse: “Sobe em paz para a tua casa. Vê, escutei a tua voz para ter consideração para com a tua pessoa.” — 1 Samuel 25:2-35.
A atitude humilde de Abigail, junto com as suas palavras pedindo desculpas pelo comportamento rude do seu marido, poupou a sua família. Davi até lhe agradeceu por impedi-lo de entrar em culpa de sangue. Embora não tivesse sido Abigail quem havia maltratado Davi e seus homens, ela assumiu a culpa pela sua família e fez as pazes com Davi.
Outro exemplo de alguém que sabia quando pedir desculpas foi o apóstolo Paulo. Certa vez ele teve de se defender diante do Sinédrio, a suprema corte judaica. Enfurecido pelas palavras sinceras de Paulo, o sumo sacerdote Ananias mandou que aqueles que estavam ao lado de Paulo o batessem na boca. Em vista disso, Paulo disse-lhe: “Deus te baterá, parede caiada. Assentas-te tu ao mesmo tempo para me julgar segundo a Lei, e, transgredindo a Lei, mandas que me batam?” Quando os presentes ali acusaram Paulo de injuriar o sumo sacerdote, o apóstolo admitiu logo o seu erro, dizendo: “Irmãos, eu não sabia que era o sumo sacerdote. Pois está escrito: ‘Não deves falar injuriosamente dum governante do teu povo.’” — Atos 23:1-5.
O que podemos aprenderdo exemplo de Paulo?
O que Paulo havia dito— que o designado como juiz não devia recorrer à violência — era válido. Ainda assim, ele pediu desculpas porque, sem o saber, havia falado ao sumo sacerdote dum modo que podia ser considerado desrespeitoso.* O pedido de desculpas de Paulo preparou o caminho para o Sinédrio ouvir o que ele tinha a dizer. Visto que Paulo sabia da controvérsia que havia entre os membros da corte, disse-lhes que estava sendo julgado pela sua crença na ressurreição. Em conseqüência disso, houve muita dissensão, com os fariseus tomando o lado de Paulo. —Atos 23:6-10.
O que podemos aprender desses dois exemplos bíblicos? Em ambos os casos, pedidos sinceros de desculpas abriram o caminho para manter a comunicação. De modo que palavras que expressem que lamentamos o ocorrido podem ajudar-nos a fazer as pazes. De fato, admitir nossos erros e pedir desculpas por ofensas pode acabar resultando numa comunicação construtiva.

‘Mas eu não fiz nada de errado’

Quando ficamos sabendo que alguém se ofendeu com o que dissemos ou fizemos, talvez achemos que a pessoa é desarrazoada ou sensível demais. No entanto, Jesus Cristo aconselhou aos seus discípulos: “Se tu, pois, trouxeres a tua dádiva ao altar e ali te lembrares de que o teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua dádiva ali na frente do altar e vai; faze primeiro as pazes com o teu irmão, e então, tendo voltado, oferece a tua dádiva.” — Mateus 5:23, 24.
Por exemplo, um irmão talvez ache que você pecou contra ele. Numa situação assim, Jesus disse que deve ir e ‘fazer as pazes com o seu irmão’, quer você ache que tenha feito algo de errado contra ele, quer não. Segundo o texto grego, a palavra usada por Jesus nesse caso ‘indica concessão mútua depois de uma hostilidade mútua’. (Vine’s Expository Dictionary of Old and New Testament Words [Dicionário Expositivo de Palavras do Antigo e do Novo Testamento, de Vine]) De fato, quando dois humanos discordam um do outro, pode haver certa medida de culpa de ambas as partes, visto que os dois são imperfeitos e têm a tendência de errar. Isso costuma exigir concessões mútuas.
A questão não é tanto quem está certo e quem está errado, mas quem tomará a iniciativa de fazer as pazes. Quando o apóstolo Paulo notou que os cristãos em Corinto levavam outros servos de Deus a tribunais seculares, por diferenças pessoais como desacordos financeiros, ele os corrigiu: “Por que não deixais antes que se vos faça injustiça? Por que não vos deixais antes defraudar?” (1 Coríntios 6:7) Embora Paulo dissesse isso para desincentivar concristãos a levar suas diferenças pessoais a tribunais, o princípio é óbvio: A paz entre concrentes é mais importante do que provar quem está certo e quem está errado. Lembrar-se deste princípio facilita pedir desculpas por um erro que alguém acha que cometemos contra ele.

É preciso ser sincero

Alguns, porém, excedem-se em palavras usadas para pedir desculpas. Por exemplo, no Japão, a palavrasumimasen, uma expressão típica para pedir desculpas, é ouvida milhares de vezes. Pode até mesmo ser usada para expressar gratidão, dando a entender um sentimento incômodo por não poder retribuir o favor demonstrado. Por causa da versatilidade da palavra, alguns talvez achem que ela é usada demais e se perguntem se aqueles que a usam são realmente sinceros. Também em outras culturas parece que se usam demais as formas de pedir desculpas.
Não importa em que língua, é importante ser sincero ao pedir desculpas. A fraseologia e o tom da voz devem transmitir a genuinidade do pedido de perdão. Jesus Cristo ensinou aos seus discípulos no Sermão do Monte: “Deixai simplesmente que a vossa palavra Sim signifique Sim, e o vosso Não, Não; pois tudo o que for além disso é do iníquo.” (Mateus 5:37) Ao pedir desculpas, seja sincero! Para ilustrar isso: Certo homem, numa fila no balcão de embarque num aeroporto, pediu desculpas quando sua bagagem esbarrou na senhora atrás dele na fila. Poucos minutos depois, quando a fila avançou, a bagagem esbarrou de novo na senhora. Mais uma vez, o homem educadamente pediu desculpas. Quando aconteceu pela terceira vez, a pessoa que acompanhava a senhora disse ao homem que, se realmente lamentava o ocorrido, devia tomar cuidado para não deixar a bagagem esbarrar de novo na senhora. Sem dúvida, um pedido sincero de desculpas deve ser acompanhado da determinação de não repetir o erro.
Se formos sinceros, nossas desculpas incluirão a admissão de qualquer erro, um pedido de perdão e um esforço de sanar o dano causado, ao ponto que for possível. O ofendido, por sua vez, deve perdoar o ofensor arrependido. (Mateus 18:21, 22Marcos 11:25Efésios 4:32Colossenses 3:13) Visto que ambos são imperfeitos, fazer as pazes talvez nem sempre seja fácil. Mesmo assim, pedidos de desculpas contribuem muito para fazer as pazes.

Quando é impróprio pedir desculpas

Embora pedidos de desculpas tenham um efeito tranqüilizador e contribuam para a paz, quem é sábio evita usá-los quando não são apropriados. Por exemplo, suponhamos que a questão envolva a integridade para com Deus. Quando Jesus esteve na Terra, “humilhou-se e tornou-se obediente até à morte, sim, morte numa estaca de tortura”. (Filipenses 2:8) No entanto, não pediu desculpas pelas suas crenças para aliviar seu sofrimento. E Jesus não pediu desculpas quando o sumo sacerdote exigiu: “Pelo Deus vivente, eu te ponho sob juramento para nos dizeres se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” Em vez de timidamente pedir desculpas, Jesus respondeu com coragem: “Tu mesmo o disseste. Contudo, eu vos digo: Doravante vereis o Filho do homem sentado à destra de poder e vindo nas nuvens do céu.” (Mateus 26:63, 64) Nunca ocorreu a Jesus a idéia de manter a paz com o sumo sacerdote às custas da sua integridade para com o seu Pai, Jeová Deus.
Os cristãos respeitam e honram as autoridades. Mesmo assim, não precisam desculpar-se pela sua obediência a Deus e pelo amor aos seus irmãos. — Mateus 28:19, 20;Romanos 13:5-7.

Não haverá obstáculos à paz

Hoje cometemos erros por termos herdado a imperfeição e o pecado de nosso antepassado Adão. (Romanos 5:12;1 João 1:10) A condição pecaminosa de Adão foi o resultado da sua rebelião contra o Criador. Originalmente, porém, Adão e Eva eram perfeitos e sem pecado, e Deus prometeu restituir aos humanos essa perfeição. Eliminará o pecado e todos os seus efeitos. — 1 Coríntios 15:56, 57.
Imagine o que isto significará! O meio-irmão de Jesus, Tiago, ao aconselhar sobre o uso da língua, disse: “Se alguém não tropeçar em palavra, este é homem perfeito, capaz de refrear também todo o seu corpo.” (Tiago 3:2) O homem perfeito consegue controlar a língua, de modo que não precisa pedir desculpas pelo mau uso dela. Ele é ‘capaz de refrear todo o seu corpo’. Como será maravilhoso quando nos tornarmos perfeitos! Não haverá então mais nenhum obstáculo à paz entre as pessoas. No ínterim, porém, um sincero e apropriado pedido de desculpas por um erro cometido contribuirá muito para se fazerem as pazes.

* É possível que tenha sido por causa da vista fraca que Paulo não reconheceu o sumo sacerdote.



Publicado em A Sentinela  de 1.º de novembro de 2002.

terça-feira, 24 de julho de 2012

'Os dois serão uma só carne.'



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS


FORTALECER O VÍNCULO DO CASAMENTO


Um fator-chave é aplicar humildemente o conselho da Palavra de Deus, a Bíblia. Você e seu cônjuge vão “tirar proveito” se fizerem isso. (Isaías 48:17)
 Dê prioridade ao seu casamento. ‘Certifiquem-se das coisas mais importantes’, escreveu o apóstolo Paulo. (Filipenses 1:10) Aos olhos de Deus, o modo como o marido e a esposa se tratam é muito importante. O homem que honra sua esposa será honrado por Deus. E a mulher que respeita seu marido “é de grande valor aos olhos de Deus”. — 1 Pedro 3:1-47.
Reserve tempo para o seu cônjuge
Casal feliz
Que importância você dá ao seu casamento? Em geral, quanto mais importante é um empreendimento, mais tempo você gasta nele. Pergunte-se: ‘No mês passado, quanto tempo reservei apenas para ficar com meu cônjuge? Que coisas específicas eu fiz para mostrar ao meu cônjuge que ainda somos bons amigos?’ Se você investiu pouco tempo para manter seu casamento ou não investiu nenhum, seu cônjuge talvez ache difícil acreditar que você está comprometido com o relacionamento.
Seu cônjuge acha que você está comprometido com o seu casamento? Como você pode descobrir isso?
Quer seu casamento seja estável, quer esteja passando por problemas, seu cônjuge precisa saber que você está comprometido a fazer com que seu casamento seja feliz. Tome qualquer medida que for necessária para convencê-lo desse fato. Você está disposto a fazer isso?


Publicado em A Sentinela  de 1.º de novembro de 2008

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Consegue manter boa conduta?



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS


PRATIQUE A ADORAÇÃO VERDADEIRA

Família adorando a Deus
Praticar a adoração verdadeira resulta em felicidade genuína
Para agradar a Deus, é preciso rejeitar a adoração falsa e tomar posição em favor da adoração verdadeira. O que isso inclui? A Bíblia diz: “Consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor e a obras excelentes, não deixando de nos ajuntar, como é costume de alguns, mas encorajando-nos uns aos outros, e tanto mais quanto vedes chegar o dia.” (Hebreus 10:24, 25) As reuniões cristãs são ocasiões felizes para você adorar a Deus de um modo que ele aprova. (Salmo 22:22122:1) Nessas reuniões há um “intercâmbio de encorajamento” entre os cristãos fiéis. — Romanos 1:12.
Outra maneira de tomar posição em favor da adoração verdadeira é por falar a outros a respeito das coisas que você aprende no estudo da Bíblia com as Testemunhas de Jeová. Muitas pessoas realmente “suspiram e gemem” por causa da maldade que existe no mundo hoje. (Ezequiel 9:4) Talvez conheça alguns que se sentem assim. Acha que poderia falar-lhes a respeito de sua esperança bíblica para o futuro? À medida que você se associar com os cristãos verdadeiros e falar a outros sobre as maravilhosas verdades bíblicas que aprende, verá que qualquer desejo relacionado com os costumes da adoração falsa, que talvez ainda exista no seu coração, aos poucos vai desaparecer. Esteja certo de que você será muito feliz e receberá muitas bênçãos se tomar posição em favor da adoração verdadeira. — Malaquias 3:10.


Publicado em 2005
Copyright © 2009 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. All rights reserved.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aplica os princípios bíblicos na sua vida?



TEM você acompanhado as notícias na televisão e se perguntado: ‘O que está acontecendo com este mundo?’ Coisas trágicas acontecem de modo tão repentino e inesperado que nenhum ser humano pode prever como será o dia de amanhã. (Tiago 4:14) No entanto, Jeová conhece o futuro. (Isaías 46:10) Há muito tempo, a sua Palavra, a Bíblia, predisse não apenas as coisas ruins que acontecem hoje mas também as coisas maravilhosas que ocorrerão no futuro próximo.
Jesus Cristo falou a respeito do Reino de Deus, que acabará com a maldade e fará da Terra um paraíso. (Lucas 4:43) Seus ouvintes queriam saber quando viria esse Reino. De fato, os discípulos de Jesus perguntaram-lhe: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” (Mateus 24:3) Em resposta, Jesus disse-lhes que apenas Jeová sabia exatamente quando viria o fim deste sistema mundial. (Mateus 24:36) No entanto, Jesus predisse coisas que ocorreriam na Terra pouco antes de o Reino trazer verdadeira paz e segurança à humanidade. O que ele predisse tem acontecido!
CARACTERÍSTICAS DAS PESSOAS NOS ÚLTIMOS DIAS

Além de prever certos acontecimentos mundiais, a Bíblia predisse também que os últimos dias seriam marcados por uma mudança na sociedade humana. O apóstolo Paulo descreveu como seriam as pessoas em geral. Em2 Timóteo 3:1-5, lemos: “Nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar.” Em parte, Paulo disse que as pessoas seriam
  • amantes de si mesmas
  • amantes do dinheiro
  • desobedientes aos pais
  • desleais
  • sem afeição natural
  • sem autodomínio
  • ferozes
  • mais amantes de prazeres do que amantes de Deus
  • praticantes de uma forma de devoção piedosa que realmente não exerce poder nas suas vidas
Será que as pessoas em geral são assim onde você mora? Sem dúvida. Em toda a parte há pessoas com características ruins. Isso indica que Deus agirá em breve, pois a Bíblia diz: “Quando os iníquos florescem como a vegetação e estão florindo todos os que praticam o que é prejudicial, é para que sejam aniquilados para todo o sempre.” — Salmo 92:7.

[...] Jesus disse a seus ouvintes: “Prestai atenção a vós mesmos, para que os vossos corações nunca fiquem sobrecarregados com o excesso no comer, e com a imoderação no beber, e com as ansiedades da vida, e aquele dia venha sobre vós instantaneamente como um laço. Pois virá sobre todos os que moram na face de toda a terra. Portanto, mantende-vos despertos, fazendo todo o tempo súplica para que sejais bem sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer, e em ficar em pé [aprovados] diante do Filho do homem.” (Lucas 21:34-36) É sábio levar a sério as palavras de Jesus. Por quê? Porque aqueles que são aprovados por Jeová Deus e pelo “Filho do homem”, Jesus Cristo, têm a perspectiva de sobreviver ao fim do sistema de Satanás e viver para sempre no maravilhoso novo mundo tão próximo! — João 3:16; 2 Pedro 3:13.

Publicado em 2005
Copyright © 2009 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. All rights reserved.



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

Você honra as pessoas?


COMO VOCÊ ESTÁ ENVOLVIDO EM SER HONRADO E EM DAR HONRA


A questão da integridade a Deus, levantada por Satanás, não se limitou a Jó. Você também está envolvido. Isso é indicado claramente em Provérbios 27:11, onde a Palavra de Jeová diz: “Sê sábio, filho meu, e alegra meu coração, para que eu possa replicar àquele que me escarnece.” Essas palavras, escritas centenas de anos depois da morte de Jó, mostram que Satanás ainda zombava de Deus e acusava Seus servos. Quando vivemos de um modo que agrada a Jeová, nós na realidade ajudamos a refutar as acusações falsas de Satanás, alegrando assim o coração de Deus. O que você acha disso? Não seria maravilhoso ajudar a refutar as calúnias do Diabo, mesmo que isso envolva fazer certas mudanças na sua vida?

Note que Satanás disse: “Tudo o que o homem tem dará pela sua alma.” (Jó 2:4) Por dizer “o homem”, Satanás deixou claro que sua acusação não se aplicava apenas a Jó, mas a todos os seres humanos. Esse é um ponto muito importante. Satanás questiona a sua integridade a Deus. Ele gostaria que você desobedecesse a Deus e abandonasse o proceder correto ao surgirem dificuldades. Como Satanás talvez tente conseguir isso?
Satanás usa vários métodos para tentar afastar as pessoas de Deus. Por um lado, ele ataca “como leão que ruge, procurando a quem devorar”. (1 Pedro 5:8) Assim, pode-se ver a influência dele quando amigos, parentes ou outros se opõem aos seus esforços de estudar a Bíblia e pôr em prática o que aprende.*(João 15:19, 20) Por outro lado, “Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz”. (2 Coríntios 11:14) Ele pode usar meios sutis para desencaminhar você e seduzi-lo a deixar de ser uma pessoa temente a Deus. Ele pode usar também o desânimo, talvez fazendo com que você pense que não é uma pessoa suficientemente boa para agradar a Deus. (Provérbios 24:10) Quer Satanás aja como “leão que ruge”, quer finja ser “anjo de luz”, seu desafio ainda é o mesmo: ele diz que, se você enfrentar provações ou tentações, deixará de servir a Deus. Como encarar esse desafio e provar sua integridade a Deus, como Jó fez?

Devemos, sim estar decididos a dar honra, assim como em tomar a dianteira em fazer isso.



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Você confia MESMO em Deus?


Manter o compromisso com o seu casamento

Acha que o relacionamento entre você e o seu cônjuge enfraqueceu com o passar dos anos? Gostaria de reverter essa situação? Se esse for o caso, você precisa saber as respostas a estas três perguntas: O que significa estar comprometido com o seu casamento? Que desafios podem minar esse compromisso? E o que você pode fazer para fortalecer o compromisso com o seu cônjuge?

O que é compromisso?

O que você acha que significa estar comprometido com o casamento? Muitos diriam que esse compromisso se origina de um senso de obrigação. Por exemplo, duas pessoas talvez decidam manter o compromisso com o casamento por causa dos filhos ou do dever que têm para com Deus, o Originador do casamento. (Gênesis 2:22-24) Com certeza, esses motivos são elogiáveis e ajudam o casamento a sobreviver a tempos difíceis. No entanto, para serem felizes, os casais precisam ter mais do que apenas um senso de obrigação um para com o outro.
A intenção de Jeová Deus era que o casamento proporcionasse grande alegria e contentamento aos casais. Ele queria que o homem se ‘alegrasse com sua esposa’ e que a mulher amasse seu marido e sentisse que ele a ama como ama seu próprio corpo. (Provérbios 5:18;Efésios 5:28) Para criar esse tipo de relacionamento, o casal precisa aprender a confiar um no outro. É importante também que eles desenvolvam uma amizade para toda a vida. Quando um homem e uma mulher conquistam a confiança um do outro e fazem de tudo para ser bons amigos, o compromisso com o casamento aumenta. Eles formam um vínculo que a Bíblia descreve como tão íntimo que é como se duas pessoas se tornassem “uma só carne”. — Mateus 19:5.
Portanto, o compromisso pode ser comparado à argamassa que mantém juntos os tijolos de uma casa resistente. Argamassa é a combinação de vários componentes, incluindo areia, cimento e água. Similarmente, o compromisso é formado pela combinação de fatores como dever, confiança e amizade. O que pode enfraquecer esse vínculo?

Quais são os desafios?

Compromisso envolve esforço e abnegação. É preciso que você esteja disposto a abrir mão de suas próprias preferências para agradar seu cônjuge. No entanto, a idéia de fazer o gosto da outra pessoa — de dar de si sem perguntar ‘o que eu ganho com isso’ — se tornou impopular para muitos e até mesmo desagradável para alguns. Mas pergunte-se: ‘Quantas pessoas egoístas que eu conheço têm um casamento feliz?’ Provavelmente a resposta é: poucas, se é que alguma. Por quê? É provável que uma pessoa egoísta não permaneça comprometida com o seu casamento quando se exige dela algum sacrifício pessoal, especialmente quando não vê nenhuma vantagem imediata nas pequenas concessões que faz. Sem compromisso, o relacionamento enfraquece, não importa se os sentimentos eram bem fortes quando o casal se apaixonou.
A Bíblia reconhece de maneira realística que o casamento envolve esforço. Ela diz que “o homem casado está ansioso das coisas do mundo, de como pode ganhar a aprovação de sua esposa”, e que “a mulher casada está ansiosa das coisas do mundo, de como pode ganhar a aprovação de seu marido”. (1 Coríntios 7:33, 34) Infelizmente, até mesmo maridos e esposas que em geral são altruístas nem sempre reconhecem as preocupações um do outro ou dão valor aos sacrifícios feitos pelo cônjuge. Quando o marido e a esposa deixam de mostrar apreço mútuo, é bem provável que seu casamento lhes cause ainda mais ‘tribulação na carne’. — 1 Coríntios 7:28.
Para que seu casamento sobreviva a tempos difíceis e se fortaleça em tempos bons, você precisa encarar seu relacionamento como algo permanente. Como você pode desenvolver esse ponto de vista, e como pode incentivar seu cônjuge a continuar comprometido com você?

Como fortalecer o compromisso

Um fator-chave é aplicar humildemente o conselho da Palavra de Deus, a Bíblia. Você e seu cônjuge vão “tirar proveito” se fizerem isso. (Isaías 48:17) Veja apenas duas medidas práticas que você pode tomar.
1. Dê prioridade ao seu casamento. ‘Certifiquem-se das coisas mais importantes’, escreveu o apóstolo Paulo. (Filipenses 1:10) Aos olhos de Deus, o modo como o marido e a esposa se tratam é muito importante. O homem que honra sua esposa será honrado por Deus. E a mulher que respeita seu marido “é de grande valor aos olhos de Deus”. — 1 Pedro 3:1-47.
Reserve tempo para o seu cônjuge
Casal feliz
Que importância você dá ao seu casamento? Em geral, quanto mais importante é um empreendimento, mais tempo você gasta nele. Pergunte-se: ‘No mês passado, quanto tempo reservei apenas para ficar com meu cônjuge? Que coisas específicas eu fiz para mostrar ao meu cônjuge que ainda somos bons amigos?’ Se você investiu pouco tempo para manter seu casamento ou não investiu nenhum, seu cônjuge talvez ache difícil acreditar que você está comprometido com o relacionamento.
Seu cônjuge acha que você está comprometido com o seu casamento? Como você pode descobrir isso?

2. Evite todo tipo de infidelidade. Jesus Cristo disse: “Todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” (Mateus 5:28) Quando uma pessoa tem relações sexuais fora do casamento, ela dá um golpe devastador nessa união, um golpe que a Bíblia diz ser base para o divórcio. (Mateus 5:32) No entanto, as palavras de Jesus citadas acima mostram que o desejo errado pode existir no coração muito antes de a pessoa realmente se envolver no ato físico de adultério. Nutrir esse desejo errado já é em si mesmo uma forma de traição.
Para manter o compromisso com o seu casamento, faça um voto solene de não ver pornografia. Apesar do que muitos talvez digam, a pornografia é um veneno para o casamento. Note como uma esposa expressa seus sentimentos sobre o hábito que seu marido tem de ver pornografia: “Meu marido diz que ver pornografia dá sabor ao nosso relacionamento. Mas a única coisa que isso faz é eu me sentir inútil, incapaz de satisfazê-lo plenamente. Quando ele fica vendo essas coisas, eu choro até pegar no sono.” Você diria que esse homem está fortalecendo ou está prejudicando seu compromisso com o casamento? Acha que ele está tornando mais fácil para a esposa continuar comprometida com o seu casamento? Será que ele a está tratando como sua melhor amiga?
O fiel Jó mostrou que estava comprometido com o seu casamento e com seu Deus por fazer ‘um pacto com os seus olhos’. Ele estava decidido a não ‘se mostrar atento a uma virgem’. (Jó 31:1) Como você pode imitá-lo?
Além de evitar a pornografia, você não pode deixar que seu coração desenvolva uma atração imprópria por alguém do sexo oposto. É verdade que muitos acham que flertar não faz nenhum mal ao casamento. Mas a Palavra de Deus nos alerta: “O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado. Quem o pode conhecer?” (Jeremias 17:9) Será que seu coração engana você? Pergunte-se: ‘A quem dou mais atenção — à pessoa com quem me casei ou a outra pessoa do sexo oposto? Para quem conto boas notícias primeiro — para meu cônjuge ou para outra pessoa? Se meu cônjuge pedisse que eu não tivesse muito contato com uma determinada pessoa do sexo oposto, como eu reagiria? Ficaria ressentido ou atenderia de bom grado o seu pedido?’

Tome a iniciativa

Miguel e Maria, citados no início, decidiram pedir conselhos sobre como resolver seus problemas. É claro que pedir conselhos é apenas o primeiro passo. Mas por estarem dispostos a enfrentar seus problemas e a procurar ajuda, Miguel e Maria deixaram bem claro que estão comprometidos com o seu casamento, que estão dispostos a se esforçar para que ele dê certo.
Quer seu casamento seja estável, quer esteja passando por problemas, seu cônjuge precisa saber que você está comprometido a fazer com que seu casamento seja feliz. Tome qualquer medida que for necessária para convencê-lo desse fato. Você está disposto a fazer isso?



Publicado em A Sentinela  de 1.º de novembro de 2008



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Busque consolo e esperança. Onde?


“Não confie em pranchas podres”, escreveu o dramaturgo inglês William Shakespeare. De fato, antes de pisar nas pranchas de madeira de uma ponte, você gostaria de ter certeza de que elas não estivessem podres.

AS PALAVRAS de Shakespeare fazem lembrar os sentimentos do sábio Rei Salomão, do Israel antigo, que uns 3 mil anos atrás escreveu: “O tolo acreditará em tudo; pessoas espertas olham onde pisam.” (Provérbios 14:15,Today’s English Version) Realmente, só um tolo levaria a vida aceitando cegamente tudo o que ouve, baseando suas decisões e ações em conselhos ou ensinos infundados. Depositar nossa confiança na fonte errada — assim como pisar em pranchas podres — pode levar ao desastre. Você talvez se pergunte: ‘Será que existe alguma fonte de orientação que é realmente digna de confiança?’
Vale a pena dar uma atenção mais detida a esse assunto. Afinal, se a Bíblia é mesmo uma fonte confiável de orientação da parte do Criador, considerar o que ela tem a dizer é algo que você deve a si mesmo e às pessoas que ama.

Publicado em Despertai!  de novembro de 2007



ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS